Criado como uma alternativa aos bancos tradicionais, o Nubank pode comprar um banco para não precisar mudar de nome. Em entrevista à CNN, David Vélez, CEO da fintech, falou sobre os planos da empresa para lidar com as novas regras do Banco Central (BC).
“Anunciamos que estaremos procurando uma licença. Essa procura pode ser via aquisição ou vir do zero”, disse.
Publicada no final de novembro, a resolução do BC exige que instituições que usem o termo “bank” em seu nome tenham uma licença bancária. Não é o caso do Nubank, que atua com a licença de Instituição de Pagamento.

No último dia 3, a fintech anunciou que vai buscar uma licença de banco para atender aos critérios do Banco Central e manter o nome, que conquistou o Brasil e o mundo.
Desde 2019, quando começou a operar no México, o Nubank investe em expandir sua atuação para outros países. Atualmente, além do Brasil e do México, a fintech está presente na Colômbia e tem planos de entrar no mercado dos Estados Unidos.
“Quando a gente compara o México com o Brasil, o México está crescendo mais rápido que o Brasil para nós. Colômbia é mais rápido que o México”, disse David.
O CEO também revelou que vê os Estados Unidos, onde já solicitou a licença bancária, uma grande oportunidade:
“Representa 50% do sistema financeiro global. Só mercados como o Texas já são maiores do que o Brasil, em termos de PIB”.
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